Criminoso que tentou matar policial no Pará morre em confronto com o GTA

Mateus da Silva, de 24 anos, o ‘Bolacha’, tinha mais de 30 registros policiais e 4 mandados de prisão em aberto expedidos pela justiça do Amapá.
Elden Carlos – Editor
O rosário de crimes de Mateus da Silva Pantoja, de 24 anos, o ‘Bolacha’, terminou nesta quarta-feira (17) durante uma intervenção do Grupo Tático Aéreo (GTA) no bairro Infraero, Zona Norte de Macapá. De acordo com o capitão Bryan Fonseca, Bolacha estava homiziado em uma vila de kitnets na Avenida Cid Borges de Santana. Os policiais chegaram ao endereço após o levantamento de informações da Coordenadoria de Operações e Inteligência (CIOP).

“Ele já tinha um histórico de ataques contra policiais e decidiu pelo confronto assim que as equipes determinaram a rendição dele. Houve troca de tiros e o criminoso acabou alvejado”, declarou o coordenador do GTA. O resgate médico foi acionado e constatou o óbito no local. O corpo foi removido para o Departamento de Medicina Legal (DML) da Polícia Científica do Amapá (PCA) para ser necropsiado.
Crimes
Ainda de acordo com o capitão Bryan, Bolacha tinha mais de 30 registros de ocorrências policiais por crimes diversos como roubos, tráfico de drogas e suspeita de envolvimento em homicídios e tentativas de homicídio. Em setembro deste ano a Polícia Civil do Amapá divulgou em site de foragidos da justiça a foto e informações de Mateus da Silva. Contra ele havia quatro mandados de prisão.

A última ação criminosa cometida por ele foi contra um policial militar atacado a tiros na cidade de Porto de Moz, interior do Pará. O caso foi registrado no dia 12 de dezembro. Ele e um adolescente – que foi apreendido – seriam os autores do ataque que foi determinado por líderes de uma organização criminosa atuante no município paraense. O policial revidou à ação dos criminosos e conseguiu escapar com vida, mesmo tendo sido alvejado no braço.

“O Bolacha fugiu do município paraense com destino ao Amapá. Foi realizado um trabalho de troca de informações entre os órgãos de segurança pública do Pará e Amapá que permitiu o monitoramento e localização final desse criminoso que era considerado de altíssima periculosidade”, concluiu.
Imagens: Divulgação/GTA




